Em vez de desenvolver novas infraestruturas de mineração, e se recuperássemos os depósitos de metal contidos nos objetos eletrónicos que já não usamos, como smartphones ou computadores?
Existem razões muito válidas para focar no potencial destas “minas urbanas”, também conhecidas como minas secundárias, para distingui-las das “minas primárias” onde os recursos no solo são explorados diretamente. Continuar a Ler

Depois de inicialmente ter dito que não eram seus, a AT&T acabou por confirmar que os dados de 73 milhões de clientes eram seus.
A Microsoft tem vindo a ditar o fim de várias funcionalidades do Windows, antigas, nos últimos tempos. O WordPad é uma delas, que brevemente vai deixar de se encontrar acessível no sistema.
Há um novo chip de computadores revolucionário, que contém mais de 400 bilhões de transístores; e vai treinar modelos de inteligência artificial (IA) da forma mais rápida, sustentável e eficiente alguma vez vista.
A Tesla aumentou a produção de células de bateria para 1.000 Cybertrucks por semana na Gigafactory Texas, mas não divulga muitos detalhes sobre o esforço para aumentar sua própria produção de células de bateria na mesma fábrica.
O trabalho dos cientistas é muito, e ingrato. A atenção que lhes é dada é parca, e a especificidade do seu trabalho faz com que muitas vezes sejam vistos como corpos estranhos a uma sociedade que, reconhecendo-o ou não, depende estruturalmente do seu trabalho. E no meio de tudo isso faltam vozes que se possam fazer ouvir em sua defesa. Joana G. Sá é uma dessas vozes que se tem feito ouvir no nosso espaço público. Seja nos canais pessoais, em artigos de opinião, participações em debates – ou nos convites que rejeita em prol de painéis mais diversos.