Avançar depressa e destruir as mulheres: o guião das Big Tech

“Move fast and break things” foi um das frases que Mark Zuckerberg terá usado durante os primeiros anos do Facebook para motivar as suas equipas a desenvolver rapidamente os seus produtos sem prestar demasiada atenção às consequências. Passado mais de duas décadas, Katie Jgln escreve sobre o lançamento dos Meta Glasses, como esse mote parece mais real do que nunca e as principais vítimas são as mulheres.

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Relive: a app que transforma cada caminhada, corrida ou pedalada num vídeo 3D para guardar e partilhar

Desenvolvida por uma startup holandesa, a Relive usa os dados GPS do seu smartphone ou de wearables como os da Garmin para criar automaticamente vídeos animados em três dimensões de qualquer actividade realizada ao ar livre.

Não adorava, depois de terminar um trilho ou uma volta de bicicleta, de rever o percurso com um vídeo animado com as fotos tiradas ao longo do caminho integradas nos pontos exatos onde foram capturadas? Continuar a Ler →

X estreia o serviço financeiro X Money com rendimentos de 6%

A ambição de transformar a rede social num ecossistema digital completo deu um passo definitivo com o lançamento do X Money, uma nova plataforma de serviços financeiros e carteira digital. A novidade, avançada de forma oficial na própria plataforma X, concretiza um dos objetivos de Elon Musk de substituir os bancos tradicionais por uma aplicação unificada, permitindo a circulação de dinheiro sem taxas adicionais. Continuar a Ler →

Apple é processada por app falso da Sparrow Wallet na App Store

A descoberta de um app falso da Sparrow Wallet na App Store reacendeu um debate que há anos divide especialistas em segurança: até que ponto uma loja oficial de aplicativos realmente protege seus usuários? Embora plataformas como a da Apple sejam frequentemente associadas a um ambiente mais seguro, este caso demonstra que criminosos continuam encontrando maneiras de explorar a confiança dos consumidores para aplicar golpes sofisticados. Continuar a Ler →

Receitas da Google Cloud aumentam 82%

A Alphabet apresentou receitas de 119,80 mil milhões de dólares no segundo trimestre do ano, o que representa um aumento de 24% em comparação com o período homólogo (96,428 mil milhões).

Em relação ao lucro líquido, este valor quase quadriplicou, para 112,1 mil milhões de dólares (no período homólogo tinha sido de 28,196 mil milhões), Continuar a Ler →