Inovação permite aos agricultores anteciparem desequilíbrios ecológicos, evitar perdas nas colheitas, reduzir químicos e ter práticas mais sustentáveis.
O projeto chama-se PRETECHT. É uma spin-off da Universidade do Minho para levar a ciência ao mercado.
A tecnologia foi desenvolvida na UMinho por Joana Castro, perita em biologia molecular e ciência de dados, com a parceria na gestão de Carlos Pinto, engenheiro florestal e gestor de projetos.
Esta inovação permite aos agricultores anteciparem desequilíbrios ecológicos e evitarem assim perdas nas colheitas, além de reduzirem os químicos e seguirem práticas mais sustentáveis.
Analisa de forma integrada os microbiomas dos ecossistemas, usando sequenciação genómica de última geração, bioinformática e inteligência artificial.
Esta nova abordagem permite aos agricultores obter recomendações mais completas e fiáveis, promovendo a produtividade, a redução do uso de recursos e a produção agrícola regenerativa.
A PRETECHT tem aplicações em setores como agricultura de precisão, agroalimentar, ambiente e pesquisa científica, explica o comunicado.
(ZAP)
