Quase 100 anos depois, novos elétricos da Audi na China deixam cair os famosos quatro anéis

Nova série “Purple” concebida especificamente para o mercado chinês não terá os anéis na dianteira dos carros — alegadamente, por “considerações de imagem de marca”.

A Audi vai lançar uma nova série de automóveis elétricos na China que não terá o seu icónico logótipo de quatro anéis, revelam em anonimato fontes familiarizadas com os planos à agência Reuters. Continuar a Ler →

NASA explica porque (ainda) não vimos extraterrestres

Uma equipa de cientistas do Goddard Space Flight Center da NASA está a explorar a forma como os telescópios de próxima geração poderão ser capazes de detetar sinais de vida alienígena inteligente. O grupo de investigadores, liderado por Ravi Kopparapu, explica que se este tipo de vida existir, a recolher energia a partir do Sol, possivelmente não precisa de níveis elevados que possam ser visíveis através dos nossos instrumentos atuais. Continuar a Ler →

Nvidia tem usado vídeos do YouTube para treinar AI

A Nvidia tem usado milhões de horas de vídeos no YouTube para treinar modelos AI sem pedir autorização.

A Nvidia tem estado no centro da revolução AI que atravessamos, nem que seja pelo facto dos seus chips serem os mais utilizados e procurados para o complexo processo de treino dos modelos AI, Continuar a Ler →

Google altera widget de pesquisa para Android

A Google encontra-se a testar um novo widget de pesquisa para o Android, que iria ficar disponível dentro da sua aplicação para o sistema. Este novo widget, no entanto, conta com algumas mudanças consideráveis.

A nova versão da app Beta da Google conta com um novo widget de pesquisa, que pode ser colocado no ecrã inicial do sistema. Este adota o design das versões mais recentes do Android, onde se inclui as cores adaptadas ao tema. Continuar a Ler →

A tecnologia é um meio e não o fim. E no meio está a virtude

Cada vez que surge uma nova ferramenta tecnológica disruptiva existem dois tipos de reações comuns. A primeira é a curiosidade para testar, verificar se é user-friendly, time-saver e mais uma série de anglicismos que permitem avaliar se esta tecnologia acrescenta (ou, melhor, reduz) às tarefas quotidianas, sejam profissionais ou pessoais. A segunda é o medo e a rejeição do avanço tecnológico, alimentado pela ideia de substituição dos humanos pelas máquinas ou, no limite, por mero desinteresse em quebrar os padrões habituais e a nossa zona de conforto. Continuar a Ler →