A “analogia da figueira” da Campânula de Vidro, de Sylvia Plath, está a ser deturpada
No capítulo sete do livro A Campânula de Vidro (1963), de Sylvia Plath, a protagonista Esther Greenwood imagina a sua vida a ramificar-se como uma figueira verde. Cada figo, nos ramos, representa um “futuro maravilhoso” diferente — família, uma carreira de sucesso, romance, viagens, fama, etc.
