A ideia errada de que os videojogos e uma vida equilibrada não podem coexistir transforma o lazer numa falsa escolha.
Um jogo pode ser uma forma gratificante de ocupar o tempo livre, enquanto a atividade física, as relações, o trabalho criativo e os interesses mais tranquilos podem preencher outros momentos da semana.
O objetivo não é defender um passatempo em detrimento de outro, mas dar espaço a vários tipos de atividade.
O preço de um cartão presente PlayStation depende da região, da moeda, do revendedor e de eventuais descontos em vigor.
Um cartão presente PlayStation é um exemplo prático de uma compra relacionada com videojogos integrada num orçamento de lazer mais amplo, e não uma medida de hábitos saudáveis.
A Eneba é um marketplace digital onde as ofertas específicas de cada região e as informações sobre as plataformas ajudam as pessoas a escolher o produto digital adequado.
Os videojogos não definem toda a rotina
Ter jogos, desfrutar de uma longa sessão de jogo ou comprar crédito não indica, por si só, um problema.
A Organização Mundial da Saúde define a perturbação de videojogos pela diminuição do controlo sobre o jogo, pela prioridade dada aos videojogos em detrimento de outras atividades e pela continuação do jogo apesar das consequências negativas.
Este padrão tem de perturbar significativamente áreas importantes da vida e, normalmente, ser evidente durante pelo menos 12 meses.
Esta distinção separa o entusiasmo de uma perturbação clinicamente significativa. A OMS afirma que a perturbação de videojogos afeta apenas uma pequena proporção das pessoas que jogam videojogos ou jogos digitais.
Proteger o sono, as responsabilidades, a atividade física, as relações e os interesses fora do ecrã ajuda a manter o lazer em proporção, sem tratar os videojogos como um inimigo.
Uma rotina equilibrada também evita limites arbitrários de tempo de ecrã que ignoram as necessidades da pessoa, e não apenas o horário. O critério mais útil é simples: o lazer deve encaixar nos compromissos diários e deixar espaço para interesses que afastem a pessoa do ecrã. Um jogo favorito pode continuar a fazer parte desse quadro sem ocupar todas as horas disponíveis.
A variedade dá mais sentido ao lazer
O equilíbrio funciona melhor como uma combinação de atividades do que como o cumprimento de uma meta.
Uma investigação com duas amostras de coorte dos EUA, envolvendo 2 088 participantes, concluiu que uma maior variedade de atividades agradáveis estava associada a menos sintomas depressivos e a menos consultas de saúde mental.
Trata-se de uma associação, e não da prova de que uma agenda de passatempos mais preenchida previna a depressão ou funcione como tratamento.
Interesses diferentes podem desempenhar papéis distintos. A atividade física contribui para a saúde física, enquanto os planos sociais favorecem o convívio e as atividades criativas ou de aprendizagem proporcionam desafios e oportunidades de autoexpressão. A leitura, as saídas culturais, o tempo ao ar livre e os videojogos podem coexistir numa rotina moldada pelos interesses pessoais.
A atividade física merece um lugar claro nesse conjunto.
As orientações dos EUA recomendam que os adultos façam entre 150 e 300 minutos de atividade aeróbica de intensidade moderada por semana, além de atividades de reforço muscular em pelo menos dois dias. Indicam também que mexer-se mais e passar menos tempo sentado pode trazer benefícios para a saúde, mesmo quando a atividade física fica abaixo desses valores.
Gastar a pensar na semana inteira
Um orçamento de lazer pode refletir a mesma ideia de variedade. Reservar dinheiro para um jogo não exclui planos para um curso, um livro, equipamento desportivo ou uma saída com amigos.
O importante é encarar as compras como escolhas dentro de uma vida mais ampla, e não como prova de virtude ou de fracasso.
O planeamento pode ser simples e pessoal. Uma pessoa pode reservar uma noite específica para jogar e outra para uma atividade ao ar livre, enquanto outra pode encaixar tempo criativo entre os compromissos familiares.
A estrutura só precisa de proteger as atividades que favorecem o descanso, o convívio e as responsabilidades quotidianas.
Nesse contexto, a Eneba pode ser uma opção prática para comprar, conforme planeado, uma chave de jogo, um cartão presente ou outro produto digital.
O hábito útil é planear conscientemente o orçamento de lazer: os videojogos podem ter o seu lugar, enquanto o resto da semana continua a incluir tempo valioso para lá do ecrã.
(ZAP)
